Aladilce Souza frisa “necessidade de prevenção contra acidentes nos patrimônios históricos”
Vereador Alexandre Aleluia alertou sobre a “deterioração das igrejas”

Em pronunciamento na sessão ordinária de segunda-feira (10), a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) prestou solidariedade à família de Giulia Panchoni Righetto, turista natural de Ribeirão Preto, de apenas 26 anos, que morreu no desabamento do teto da Igreja de São Francisco de Assis, no último dia 5. A parlamentar também alertou sobre a importância de ações de prevenção para evitar acidentes nos patrimônios históricos de Salvador.
“Esta Casa deve acompanhar de perto as apurações sobre esse acidente. Em nosso município há muitos casarões com alto grau de risco, além de igrejas. Salvador conta com vários patrimônios históricos e são necessárias iniciativas para evitar tragédias. Inclusive, a perda de um patrimônio histórico é uma ocorrência triste, mas nada se compara a uma vida ceifada”, afirmou a parlamentar.
O vereador Alexandre Aleluia (PL) também lamentou o desabamento do teto da Igreja de São Francisco de Assis. “O desgaste na estrutura física das nossas igrejas está muito claro. Após o ocorrido, visitei a Igreja de Nossa Senhora de Boa Viagem, que também está deteriorada. Já a Igreja da Penha está interditada. Neste sentido, enviei notificações ao MPF e IPHAN sobre esta situação”, disse o parlamentar.
E Claudio Tinoco (União) afirmou que “Giulia teve a sua vida ceifada pelas madeiras da Igreja de São Francisco de Assis. Salvador deve honrá-la com uma homenagem”, disse. Ele já protocolou na Casa um projeto de lei que determina que uma das localidades da cidade seja denominada de Rua Giulia Panchoni Righetto. A proposta é que essa nomenclatura seja dada no local onde é, atualmente, a Travessa do Tijolo, no Centro Histórico de Salvador.
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