ACM Neto reage após ser vinculado ao escândalo do Master: “Vazamento criminoso”
Vice-presidente do União Brasil diz que caso não o enfraquece

O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, subiu o tom nesta quarta-feira (11) após a divulgação de informações sigilosas na imprensa envolvendo suas atividades empresariais com o Banco Master.
Em resposta imediata, o ex-prefeito de Salvador anunciou que levará o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR).
Neto classifica o episódio como um “vazamento criminoso e manipulado” e pede que as autoridades apurem a origem dos dados.
“À disposição da Justiça”
Mais do que apenas se defender, ACM Neto protocolou um requerimento se colocando inteiramente à disposição dos órgãos de controle para prestar esclarecimentos.
“Não vai ser a tentativa de intimidar dos meus adversários, que estão aflitos com o crescimento da nossa pré-candidatura, que vai me desviar do caminho”, disse o político.
Consultoria e Mercado Financeiro
O ex-prefeito explicou que, após as eleições de 2022, quando deixou de exercer cargos públicos, passou a atuar no setor privado. O ponto central da discussão são os serviços de consultoria prestados por sua empresa a instituições do mercado financeiro, como o Banco Master e a Reag.
Para o líder do União Brasil, o timing da divulgação não é coincidência. Neto levantou a hipótese de uso político do vazamento, citando a proximidade das eleições e o cenário de disputa na Bahia.
Ele reforçou sua trajetória de oito anos à frente da capital baiana, destacando que não responde a processos ou denúncias sobre sua gestão.
“Quem me conhece sabe: essa é a minha história e o meu currículo”, pontuou.



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